Até alguém me explicar que raio é isto da "Perna Extra", vou continuar a comer tostas de galinha!
segunda-feira, 15 de dezembro de 2008
quinta-feira, 4 de dezembro de 2008
"Há coisas levadas da Breca!"
Então..? Queres ver...? Naa, não pode ser! Queres ver que vou ficar rico de repente?! Como? É simples! Se o Estado Português salva e paga a bancos privados o dinheiro que perderam em investimentos da Bolsa, quer dizer que o Marques pode também pedir ao Estado Português a devolução de todo o dinheiro que já perdeu no Poker! Vai ser bonito vai...chega para todos, só não se esqueçam de uma coisa "Eu vi primeiro!"
sexta-feira, 28 de novembro de 2008
"Lá na França é que é!!!"
Antes de mais deixar um pequeno reparo. Ouve-se muitas vezes dizer (talvez em desespero, digo eu) que o silêncio é uma forma de comunicar. Ora, alguém se sentiu comunicado durante esta minha ausência? Não começem a pensar, eu respondo, claro que não! Continuando o devaneio, prometo que este post não trata da Meia da Raquete, do Ferrero Rocher de Natal, da Matrícula Amarela, do Brioche, da Velo, nem outras instituições que nos inundam no verão, acompanhadas por um sotaque estranho com uma linguagem que é um misto de Alemão com Checoslovaco (ninguém me convence que aquilo são Portugueses a falar Francês, vocês são mas é malucos!). Este post (antigamente chamaria-lhe texto mas é mais "fixe" assim) trata de algo que sempre achei estranho na maneira dos nossos professores nos ensinarem a olhar para o mundo. Andámos nós anos e anos a descobrir que os esquimós têm não sei quantas palavras para descrever o branco, que a malta chinesa tem não sei quantos nomes para o arroz, que os italianos têm não sei quantos nomes para a massa, que os russos têm não sei quantas bonecas que encaixam umas nas outras (ainda estou para perceber qual a piada disso), que os espanhóis têm não sei quantos jogos estúpidos para justificar bubadeiras em tempos recorde, e no fim de tudo apenas me ocorre dizer, grande coisa! Será que se esqueceram que seria muito mais útil ensinar coisas que pudessem ser aplicadas no nosso feudo? Não seria muito mais útil instruir as crianças desde pequenas a decorar as não sei quantas maneiras que o Português tem para beber o café? Ele é curto, pingado, abatanado, cheio, com adoçante, chavena escaldada, chavena fria, galão, meia-de-leite, etc, etc. Não seria muito mais útil ensinar as mil e uma maneiras do Português cozinhar o Bacalhau? Ele é à Brás, à Zé do Pipo, à Lagareiro, à Pastor, à Lenhador, à Polícia, à Técnico Administrativo de grau II, etc, etc. Não seria mais útil ensinar as mil e uma maneiras de contornar tudo o que é obrigações e deveres para com o Estado? Ah, ok, esta já é genética... Não seria mais útil ensinar as mil e uma maneiras de estacionar um carro sem ser em 2ª fila? Ele é em espinha, nos sítios marcados, em parques desenhados para o efeito, etc, etc. Mas não, isto ninguém perde tempo a ensinar, depois admiram-se que ninguém saiba explicar porque raio pede um galão e não uma meia de leite! Como tal, e mostrando o meu sinal de revolta digo:"Lá na França é que é!!!"
quarta-feira, 12 de novembro de 2008
terça-feira, 21 de outubro de 2008
"Marcelo, os Matemáticos deviam ser presos?"
Mais uma vez provamos que os infantis, putos portanto, têm sempre razão. Lembro-me, não 10 vezes, de ouvir os rapazes proferir as seguintes frases (entre um ou outro piropo à Ana) contra os professores de Matemática:-"Aquele teste era um crime"
-"Vá roubar prá estrada"
-"Fui roubado na nota"
-"Tou a ver que tenho de lhe trazer um presunto pra passar a isto"
Reunindo estes ecos da infância, e juntado alguns pensamentos só possíveis na idade grande, chegamos à conclusão que ser Matemático é como ser Criminoso. E para não dizerem que é só infâmias e calúnias infundadas cá vai:
-Os criminosos subtraem bens. E os matemáticos, não subtraem?
-Os criminosos adicionam substâncias. E os matemáticos, não adicionam?
-Os criminosos multiplicam os seus crimes ao longo da carreira. E os matemáticos, não multiplicam?
-Os criminosos dividem o seu tempo entre várias actividades ilícitas. E os matemáticos, não dividem?
Sei que poderá haver muita cara de espanto, muitos de vocês estão já a pensar em comprar novas fechaduras, outros já puseram 10% do seu ordenado de lado para oferecer ao Srº Professor, os mais sensatos tiram os miúdos da escola. Eu não queria alarmar a população, mas perdoem-me, contra estes factos, não há argumentos!
segunda-feira, 29 de setembro de 2008
"Mas porquê?!"
No outro dia, o qual não sei precisar, e que nem conta muito para a história embora sinta necessidade de balizar na linha do tempo os fenómenos sobre os quais reflicto, pensei em algo estranho. Então não é que um indivíduo passa uma vida de infância, de pureza e diversão, a adorar uma série de gajos, e um dia mais tarde, mais precisamente no outro dia, descobre um facto que faz ruir todos os alicerces por onde se contruíu essa bela existência?! Confesso que sinto algum receio em partilhar este facto, mas, como creio que muitos se vão rever neste grande "#%$%$&%", aqui vai. Quantos super-heróis, daqueles que voaram pelas vossas casas, que derrotaram os mauzões nas tardes passadas na casa dos avós, que vos permitiram "sacar" a Inês no intervalo, usam as cuecas no sítio certo?! Não voltem a ler, está mesmo certo, cuecas no sítio certo! Que credibilidade tem um gajo que usa algo que se chama de "roupa interior", do lado "exterior"?! Problemas de leitura? Problemas de lateralidade? Será que no meio da confusão da cabine telefónica os (agora) tonys não percebiam que iriam salvar o mundo da forma mais ridícula?! Vá lá que não prendiam o (agora) xaile noutros sítios menos próprios, era bonito era! É que nem os putos que usam cuecas com temas de super-heróis as usam do lado de fora! Enfim...acho que é este o marco que me permite dizer que entrei na idade adulta!terça-feira, 16 de setembro de 2008
"Aquilo está cheio de efeitos espaciais!"
Certamente já se aperceberam que nem todos os filmes têm origem num rasgo de imaginação do seu realizador. Bom, eu diria que nenhum, o que há é uma gestão de ingredientes já usados, aplicados em fórmulas que permitem a variação de uma ou outra variável (adepto do pleonasmo, já sabem), as quais levam a um resultado aparentemente inovador. Ou seja, porque não englobar a categoria de realizador na de malabarista das memórias de um povo, em prol da manutenção da fé da utilidade das suas vivências? Demasiado complicado? Demasiado irrealista? Demasiado céptico? Perdi a confiança numa das capacidades que nos distinguem dos outros animais (e não falo do bipedismo)? Até ver eu responderia sempre que não! Mas isso sou eu. Já sei que para vos pôr a vós a responder também um sonoro não, terei que fazer mais um exercício de demonstração que vos leve a: recostar na cadeira, levantar a sobrancelha esquerda e girar um pouco o pescoço ao melhor estilo de Horatio Caine*. Lancemos então o exemplo. Hoje apetece-me fazer um filme de ficção científica, o que tenho que “imaginar” para correr bem? Talvez uma lista de ingredientes seja útil:-Ter uns 8 tripulantes
-Ter uma Nave
-Ter um objectivo profundamente megalómano
-Não ter um enredo por aí além
-Ir tendo uns problemas na Nave para ganhar minutos
-Começar a eliminar tripulantes para manter o interesse em alta
-Começar a duvidar da possibilidade de cumprir o objectivo
-Inserir uns factores externos, que nem precisam de ser muito perceptíveis (tais como esta frase), para ganhar um pouco mais de tempo
-Ficar apenas com 2 tripulantes
-Cumprir o objectivo
-Salvar o mundo
Alguém se lembra de menos de 8 filmes com este enredo?! É claro que existem muito mais fórmulas: a fórmula amor no campo, viagem em África, guerra na Rússia, sentido da vida na 3ª idade, toda a colecção Panini dos Reis, o agente secreto, o adolescente inconsciente, etc., etc.. Depois venham-me dizer que o cinema não está caro, se eu ando a pagar para ver o mesmo filme 8 vezes!!!
*(Objectivo já conseguido depois de lerem a 2ª e 3ª frase!)
